segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Chove, ou vai dar sol? O Google Maps responde sua pergunta

O Google lança mais um novo serviço no Google Maps, em parceria com o The Weather Channel, o Google passa agora a fornecer informações atualizadas do tempo em todo o mundo

O Google  lança um novo serviço no Google Maps; em parceria com o The Weather Channel, o Google passa agora a fornecer informações atualizadas do tempo  em todo o mundo. O novo aplicativo do Google Maps pode ser ativo em widget no canto superior direito do mapa do site, onde com um clique na opção “clima” o usuário poderá ver em uma nova janela que se abrirá, os dados como umidade relativa do ar, condições dos ventos e até mesmo a previsão do tempo para os próximos quatro dias.

Como afirma Jonah Jones, designer de experiência do usuário do Google, em blog, ela conta que, “Os usuários também podem mudar no painel do lado esquerdo as unidades da velocidade do vento, podendo assim trocar de mph, para m/s, ou km/h, como o usuário preferir, também poderá ele escolher a temperatura, se em Celsius, ou Fahrenheit e ainda, ativar ou desativar a visualização de nuvens quando ampliada para fora do mapa”.

Exatamente com é no site meteorológico do weather.com. As informações sobre a cobertura de nuvens e demais dados, são fornecidas pelo Laboratório de Pesquisa Naval, afirma o Google.

Além de tudo isso, o site acrescentou um recurso de monitoramento de tráfego em tempo real no mês de julho, para 13 países da Europa.

Estudo aponta tendências tecnológicas que irão transformar os negócios

Uma pesquisa realizada pela Razorfish mostrou cinco tecnologias relacionadas ao futuro digital que estarão presentes em todos os pontos de contato com os consumidores nos próximos anos. Elas serão necessárias às empresas que quiserem se manter atuantes e competitivas no mercado de tecnologia.
O objetivo do estudo, chamado de Razorfish5, é “indicar caminhos para o marketing em um cenário de rápidas transformações, oferecendo às empresas um guia completo para atender às expectativas de um mercado em evolução", afirmou Jose Martinez, Managing Director da Razorfish para a América Latina.

As tendências apresentadas pelo Razorfish5 foram a Near Field Communication (NFC), a Revolução da Interface, as APIs abertas e os Serviços Digitais, o Marketing na Era dos Grandes Dados e a Computação em Nuvem.

A NFC facilita os pagamentos com o uso da tecnologia móvel e, por meio do Bluetooth, permite que as empresas enviem mensagens para o consumidor quando ele estiver próximo de estabelecimentos comerciais que oferecem seus produtos ou serviços. A NFC tem potencial para adicionar bilhões de dólares à receita publicitária. O aumento deve vir a partir do número crescente de usuários móveis e do tempo que passam com seus telefones celulares. Há mais de cinco bilhões de telefones celulares no mundo, número quatro vezes superior ao de TVs.

Já a Revolução da Interface decreta o final da hegemonia do mouse na navegação. Os consumidores já iniciaram uma migração em massa para interfaces que estejam mais próximas da experiência humana natural (Natural Human Interface - NUI), adquirindo dispositivos de condução de experiências NUI como smartphones, tablets, consoles de videogame, entre outros. Essas tecnologias deverão ser aplicadas às ações de marketing e de relacionamento com o consumidor, tornando o contato mais amigável e atraente.

As APIs abertas e os Serviços Digitais permitem que o consumidor participe e influencie as definições de produtos das empresas, por meio digital. O nível de colaboração pode variar de acordo com o perfil da empresa e do consumidor, permitindo maior ou menor participação e integração nessas definições.

O Marketing na Era dos Grandes Dados aponta para o grande volume de dados de consumidores teoricamente “disponíveis” na web. O grande problema consiste em transformar essas informações em conhecimentos práticos e ações efetivas. No entanto, com as novas ferramentas baseadas na computação em nuvem, as empresas podem traduzir trilhões de linhas de dados em uma conversa mais direcionada aos consumidores, com um ciclo de feedback quase imediato.

Por fim, o estudo destacou a Computação em Nuvem, que utiliza uma nova arquitetura que funciona como software, em vez dos frágeis sistemas físicos do passado. Segundo a pesquisa, empresas que empregam essa tecnologia são capazes de conduzir o foco do negócio em um ritmo mais rápido, em vez de manter o dimensionamento na infraestrutura. O desenvolvimento e a implementação de estratégias de marketing de forma integrada a essas tecnologias permitirá que as empresas atuem de forma inovadora e eficaz na comunicação com seus clientes.

iPad 3 em breve: Apple inicia a fabricação

De acordo com o jornal americano “Wall Street Journal”, as fabricantes da China, Coreia do Sul e Japão, todas contratadas pela Apple, já deram início a fabricação no sucessor do iPad 2.
O lançamento do iPad 3, conforme relatos do jornal, deverá ocorrer no primeiro semestre de 2012. A Apple já teria realizado uma encomenda de 1,5 milhões de unidades do iPad 3.
O novo iPad vem sendo chamado de iPad 3 porém, o nome oficial ainda não foi divulgado tampouco data de lançamento. Não somente especulações circulam na web. De acordo com algumas fontes ligadas as duas fornecedoras de tela da Apple, a LG e a Samsung, o novo modelo oferecerá muitas novidades.
Conforme as informações repassadas, o iPad 3 terá resolução de tela maior, de 2.048 por 1.536 pixels, sendo que o atual possui 1.024 por 768 pixels. Agora devemos aguardar para descobrir quais outras novidades surgirão sobre o produto.


Leia mais no Oficina da Net: iPad 3 em breve: Apple inicia a fabricação

terça-feira, 16 de agosto de 2011

4G: como está o desenvolvimento da tecnologia no Brasil e no mundo


Charles Amoury, dir. de pesquisa e desenvolvimento da Gladiator Innovations, explica que o 4G "seria nossa evolução de rede para as tecnologias wireless do 3G. Então, sendo bem básico, é como se fosse pegar as redes wireless de comunicação que todos usam em celulares, e evoluí-las para uma nova capacidade de informação a ser trafegada pela rede".
Por aqui a pressão é grande para que o 4G aconteça antes da Copa de 2014. Até lá, o governo quer oferecer o novo serviço pelo menos nas 12 cidades-sede da competição. O Ministério das Comunicações e a Anatel afirmam que estão trabalhando para que as licitações necessárias para as ofertas sejam aceleradas e comecem a ser feitas já no início do ano que vem.
O problema é que a faixa de freqüência destinada ao 4G – os 2.5 Gigahertz – está hoje ocupada por transmissões de TV por assinatura. Ou seja, para alocar novos serviços nessa banda, será necessário fazer um desligamento gradual para que as operadoras possam usar essa banda de freqüência.
Charles explica que esse processo não acontece da noite para o dia: "As operadoras estão aguardando esse processo terminar. A Anatel quer entrar com os leilões das bandas no ano que vem e após isso, já poderíamos começar a falar de infraestrutura".
A infraestrutura para o 4G não é nenhum bicho de sete cabeças. O 4G é uma evolução natural dos padrões 3G atuais – desenvolvidos desde o início para a comunicação móvel.
"Ela cai em cima de uma rede existente e você pode reutilizar grande parte do que já existe e evoluí-la com uma implementação. Então, pode ser feito de uma maneira gradual", completa Charles.
Bom, mas enquanto por aqui a gente vai ter que esperar mais um pouco para viver essa mudança, mundo afora a realidade é outra. Em países nórdicos, como Suécia e Noruega, o 4G já está disponível desde o final de 2009! E hoje o serviço começa a se sedimentar por toda a Europa, Ásia e também nos Estados Unidos.
No mapa, dá para conferir a velocidade com que o 4G se espalha: os pontos azuis indicam onde o serviço já está em operação; os vermelhos, onde há um comprometimento de operadoras para iniciar, em breve, as operações.
Aqui vale uma ressalva: mesmo nesses países, o 4G ainda funciona principalmente em modens e não em telefones celulares... Porém, até o final desse ano, essa situação já deve estar bem diferente, com a oferta crescente de celulares 4G.  
A nova tecnologia vai mudar muita coisa no nosso dia-a-dia. Poderemos, por exemplo, usar novos serviços que hoje são apenas acessíveis através da banda larga fixa. Quer exemplos? Assistir a vídeos em alta definição, fazer videochamadas estáveis... e por aí vai.
Outra grande mudança que o 4G vai trazer é o fim do serviço de voz das operadoras de telefonia móvel. É isso mesmo!
No 4G, o serviço de voz vai estar embutido dentro do serviço de internet. É mais ou menos assim: hoje em dia, quando você faz uma ligação de voz pelo seu celular, o sistema usa um tipo de tecnologia dedicada à voz. Quando você acessa a internet desse mesmo aparelho, é outro tipo de tecnologia que entra em cena. Com o 4G, tudo passa a ser transmitido no mesmo canal. É quase o nosso velho e conhecido VOiP – voz sobre IP – que você já conhece do Skype, por exemplo.
Mas, há mais histórias por trás do 4G. O novo padrão tem duas tecnologias concorrentes. Uma se chama LTE. Outra, Wimax. Mas, antes que a matéria vire aula de engenharia, fica a dica: se você quiser entender as diferentes tecnologias – o LTE e o Wimax - confira, no link acima, uma matéria que explica cada uma delas. Por enquanto, basta dizer que o LTE deve sair vitorioso na briga. Hoje existem cerca de 320 operadoras de telefonia móvel no mundo. E cerca de um terço delas já escolheu o LTE. Quer saber mais? Acesse e fique por dentro!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Google+ passa a oferecer jogos e Facebook responde com novos recursos

Nos dois casos, as novidades são voltadas aos usuários que gostam de jogar pelas redes sociais 12 de Agosto de 2011 | 12:40h

O Google+ tem, desde ontem (11/8), um novo recurso para os usuários: jogos. A empresa criou uma página específica para as pessoas inscritas na rede social jogarem online, com amigos ou sozinhas, de acordo com post no blog oficial do Google. Por enquanto, a função não está disponível para todos, mas a empresa promete que, nas próximas semanas, isso será expandido a qualquer pessoa inscrita na rede.

Inicialmente, 16 jogos estão disponíveis no Google+, incluindo Angry Birds, Bejeweled Blitz, Bubble Island, City of Wonder, Collapse! Blast, Crime City, Diamond Dash, Dragon Age Legends, Dragon of Atlantis, Edge World, Flood-It!, Monster World, Sudoku, Wild Ones, Zombie Lane e Zynga Poker.

Reprodução

Os jogos ficarão em uma página separada na rede social, assim como qualquer atualização referente a eles. Assim, a parte de games do Google+ se diferencia do Facebook por não compartilhar informações sobre jogos para usuários que não estão interessados no assunto.

A resposta do Facebook veio rápido e a rede social já anunciou novos recursos na área de jogos, segundo o Mashable. O primeiro deles é o Game Ticker, que transforma a barra lateral da direita do chat em uma nova área, que mostra quais games seus amigos estão jogando, assim como o desempenho.

Reprodução

Outros dois recursos criados pelo Facebook são a possibilidade de ampliar a tela para jogos e marcar os games ou aplicativos preferidos para acessá-los com mais facilidade pelo Feed de Notícias.

Fonte: Olhar Digital

Empresas pernambucanas obrigadas a mostrar CNPJ na sua página da internet

As empresas pernambucanas agora são obrigadas a disponibilizar na sua página da internet o número do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e o endereço da sede principal. O descumprimento da nova lei estadual, de nº 14299, acarretará multa entre R$ 500 e R$ 3.000, dependendo da condição econômica da empresa e infração cometida. Outro prejuízo poderá ser a retirada do site da internet. De acordo com o advogado Arnaldo de Lima Borges, do escritório Lopes & Moury Fernandes, a lei permite que o público em geral, sobretudo o consumidor, possa obter informações sobre as empresas em órgãos de classe, associações, cadastros, etc. “Também irá permitir que exerçam plenamente seus direitos, identificando o fornecedor de produtos e serviços, de modo a notificá-lo extrajudicialmente ou qualificá-lo numa demanda judicial para receber a citação, caso tenham algo a reclamar”, explica Borges. No entanto, ele levanta alguns questionamentos referentes à constitucionalidade da lei, como quem é a “autoridade competente” responsável pela fiscalização, já que o legislador não fez menção no texto. “Outro detalhe diz respeito à gradação do valor da multa a ser imposta. A lei se refere à natureza e gravidade da infração, mas o texto não especifica quais são”, completa. Apesar da constitucionalidade duvidosa, o advogado aconselha o empresariado local a se adequar à nova lei para evitar as consequências. Fonte: JC online - Coluna JC Negócios - Matéria publicada no dia 20 de junho